Adaptação: uma função do 1º Centro de Força

Para a Leitura Corporal, os fenômenos vitais que conhecemos e que acessamos no cotidiano – como o corpo físico, as emoções, os sentires e os pensamentos – são substanciados por forças imateriais múltiplas e diversas. Através de uma complexa estrutura sutil, essas diferentes qualidades vibracionais se organizam e se distribuem pelo organismo e pelo psiquismo humanos, nutrindo a matéria e a experiência da encarnação.

Dessa estruturação participam os Centros de Força, também conhecidos como chakras, que são verdadeiras usinas geradoras, transformadoras e processadoras de energia. São estruturas que vibram, que podem ser sentidas e que gerenciam toda a dinâmica psicofísica. Na Leitura Corporal, encontram uma importância fundamental, pois é a partir do estudo dos Centros de Força – suas atribuições, especificidades e atuações – que são descritas e pesquisadas as relações entre o corpo físico e as emoções, entre a matéria e a atividade sutil.  Assim, quando a fluência de um Centro de Força é por alguma razão interrompida ou distorcida, isso se traduz em desordens nas estruturas orgânicas e psíquicas relacionadas às qualidades vibracionais daquele centro.

O 1º Centro de Força, por exemplo, tem como uma de suas atribuições estimular a habilidade da adaptação. Fundamental para a sobrevivência e para a evolução da espécie, a função adaptativa visa desenvolver, no indivíduo, a capacidade de se sentir integrado, aceito e pertencente ao ambiente, a partir da aceitação e da expressão de suas características autênticas. Ora, essa função pode ser facilmente desvirtuada quando, para se sentir acolhido, o indivíduo incorpora as posturas convenientes ao externo, adotando comportamentos que cumprem muito mais com a expectativa dos outros que com sua realidade interna. Tal disfunção aparece, no corpo físico, na forma de sintomas no nariz, nos ossos ou nas glândulas exócrinas, todas essas estruturas gerenciadas pelo 1º Centro.

O tratamento dessas desordens passa pela revigoração da atividade do 1º Centro, através da mudança dos comportamentos relacionados à função adaptativa. Fluindo em sua intenção original, a adaptação se exerce em sua plenitude, e o organismo responde com a retomada da fluência e do bem estar.