Tendinite: um antídoto para a mecanização

Os tendões são estruturas que trabalham em parceria direta com a glândula tireoide (saiba mais) – representante do 5o Centro de Força (Centro da Expressão Criativa) – e com as articulações coxofemoral (saiba mais) e glenoumeral (saiba mais), ambas gerenciadas pelo 2º Centro de Força.

Nutridos pelas vibrações da criatividade e do prazer emanados por esses centros de força ou chakras, os tendões têm como função principal estimular que o indivíduo seja flexível nas suas formas de agir e se comportar. Afinal, não há prazer que resista à mesmice, sendo a energia criativa a força que torna possível permanecer satisfazendo-se, seja em uma atividade, uma relação ou uma situação qualquer.

Mesmo para tarefas repetitivas e até chatas, se o indivíduo encontra ali algum estímulo de prazer, ele está alimentando a saúde dos seus tendões. É para isso que a tendinite se faz presente: para promover o envolvimento com o que se está fazendo e a descoberta dos jeitos próprios e criativos de se fazer. E se não houver prazer possível – nem que seja o usufruto do salário no fim do mês -, o experimento de outras possibilidades pode ser um importante caminho de cura.

A tendinite é um antídoto para o comportamento mecanizado, automático e sem presença. Adoecemos os tendões porque somos gente, e não robôs. E o corpo está atento, para que não nos tornemos um!